Feira de Embu das Artes

Passeio familia e para todas as idades
Visitantes circulam por todos os locais da feira.

Uma energia contagiante

Muito mais do que um destino turístico, a Feira de Embu das Artes é um patrimônio vivo, onde criatividade, cultura e tradição se harmonizam organicamente.
Aqui, cada obra, cada artista e cada visitante fazem parte de uma história construída pela arte.

Onde a arte se tornou tradição

Oficializada em 1969, a Feira Hippie tornou-se um dos maiores símbolos culturais do Brasil.
Sua história começou antes da oficialização, quando artistas descobriram em Embu um ambiente acolhedor, onde a criatividade encontrava liberdade para florescer.
A partir desse encontro nasceu um movimento cultural que transformou a cidade em um destino reconhecido nacional e internacionalmente.

Solo fértil para a liberdade criativa

No decorrer de sua trajetória, a Feira tornou-se um espaço permanente de valorização da produção artística e artesanal.
A diversidade de técnicas, estilos, saberes e expressões presentes na Feira reúne artes plásticas, artesanato, Feira do Verde, gastronomia e tantas outras formas de criar, produzir e compartilhar cultura. É esse encontro vivo que preserva tradições e incentiva novas criações.

Uma história que continua sendo escrita

Ao longo de mais de cinco décadas, a Feira de Embu das Artes mudou muitas vezes. Artistas chegaram, famílias cresceram, outras seguiram novos caminhos.
Técnicas foram preservadas, novas formas de criar surgiram e diferentes gerações passaram a ocupar seus espaços.
Para quem conheceu a Feira há muitos anos, algumas mudanças podem trazer a sensação de que ela já não é a mesma. E talvez não seja mesmo.
Porque uma tradição viva não permanece parada no tempo. Ela se transforma, se reinventa e encontra novos caminhos para continuar existindo.
A história continua sendo escrita - por quem está aqui há décadas e por quem está chegando agora.

Expositores e a dinâmica estrutural

A montagem dos espaços expositores da Feira de Embu das Artes começa muito antes do início da exposição.
Enquanto a cidade ainda se prepara para receber seus visitantes, equipes de montagem trabalham para que cada espaço esteja pronto para receber os expositores e seus trabalhos.
Com a chegada dos artistas e artesãos, começa uma nova etapa: organizar bancas, dispor peças, ajustar detalhes e transformar os espaços de montagem em ambientes de criação, exposição e encontro.
Mas a dinâmica não termina com o encerramento da visitação. Após a saída dos expositores do Centro Histórico, as equipes retornam ao trabalho para desmontar os equipamentos e deixar os espaços preparados para a próxima jornada.
Essa estrutura também movimenta trabalho e renda. Os serviços de montagem e desmontagem são contratados e pagos pelos próprios expositores, envolvendo profissionais que fazem parte dessa engrenagem todos os finais de semana.
É um trabalho que quase não aparece aos olhos de quem visita a Feira, mas que está presente em cada espaço pronto para receber o público.
Antes que a Feira aconteça para quem chega, muitas mãos já trabalharam para que ela pudesse acontecer.

Conheça quem faz essa história acontecer

Por trás de cada trabalho existe uma história, uma técnica, uma inspiração e uma dedicação que fortalece a tradição da Feira de Embu das Artes.
Conheça os expositores que transformam talento, criatividade e identidade cultural em um patrimônio vivo.